O desenvolvimento do Brasil começa na Indústria da Alimentação

*Edmundo Klotz

O futuro finalmente chegou para o Brasil. Com um papel cada vez mais relevante na conjuntura econômica internacional, o País vem experimentando sabores raros nos últimos dez anos: solidez em momento de crise global, redução das taxas de desemprego, inflação controlada, avanço das classes C,D e E, entre outras especiarias.  

Se a receita desse período de desenvolvimento sustentável é do Governo Federal – que definiu políticas públicas de forma eficaz num panorama favorável –, a Indústria da Alimentação tem fornecido ao País ingredientes de qualidade, nos campos econômico e social.

Entre 2001 e 2010, o setor de alimentos foi responsável por um dos maiores superávits da indústria brasileira, com US$ 201,2 bilhões. Essa performance tem equilibrado a balança comercial, permitindo ao Brasil ter maior controle sobre a flutuação do câmbio, entre outras benesses.

No campo do emprego também não faltou sustância à indústria alimentícia. Foram 621 mil novos postos de trabalho na última década, um incremento de 68% na força laboral do setor, que fortaleceu o poder de consumo do País e incluiu milhares de cidadãos no mercado profissional.

Já o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro vem sendo engrossado com a “farinha” produzida em nossas fábricas. Com um salto de 180% em faturamento nos últimos dez anos, pulando de R$118 bilhões em 2001 para R$331 bilhões em 2010, a indústria da alimentação tem garantido presença média de 9% na composição do PIB do País.

Se na área econômica o setor de alimentos tem colocado na “cesta básica” brasileira produtos que sustentam o apetite do Brasil por um papel de liderança global, é na inovação que o setor elabora um caldo de sustentabilidade fundamental para garantir mais saúde à população.

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